quarta-feira, 18 de julho de 2012
Mais atividades...
Reversibilidade: Segundo Piaget é a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada.
Os recursos fotografados na sala de aula do Berçário auxílio o bebê a desenvolverem esse conceito, pois durante a brincadeira de aparecer e desaparecer começa a perceber que aquilo que sai do seu campo de visão pode logo em seguida retornar.
Recursos: bambolê, fitas de EVA ou tule.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Retrospectiva 2011... Ressignificando o trabalho educativo do Berçário
Olá educadores de bebês!
Em 2011 muitas atividades
importantes para o desenvolvimento de nossos pequenos alunos foram realizadas. Pretendo
nas próximas postagens relatar algumas (espero que aproveitem e boa leitura!).
1) Percepção sonora:
Recursos:
Chocalhos, músicas,
instrumentos musicais, baquetas de madeira, papel celofane, molho de chaves, etc.
Atividades:
a) Exploração livre dos bebês a fim
de que conheçam os materiais.
b) Brincadeiras e desafios
sonoros estimulados pelas educadoras.
c) Oferecimento de diversos tipos
de canções de brincar e de ninar, tomando cuidado para que essa música não se
torne som ambiente e frequente no espaço do Berçário. Já que as canções devem se
distinguir dos demais sons comuns: choros, risos, conversas... Pois a música necessita
ser um recurso educador e não um poluente sonoro.
d) Pesquisa com as famílias sobre
os tipos de canções de brincar e ninar que costumam cantar com seus filhos. Reconhecer
essas canções auxilia no acolhimento e adaptação dos pequenos alunos.
e) Sugestão de leitura:
* O rosto dos bebês foi coberto
objetivando proteger suas identidades.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
De mãos dadas.
Bom dia, queridos leitores e leitoras!
Estou dando prosseguimento ao
nosso Diário de um Berçário (na verdade início, não é? Já que ano passado
postei a apresentação e mais nada!!! Muitas coisas aconteceram...., mas não
desisti! Sou educadora e brasileira, não desisto nunca!!!rs).
Iniciamos esse ano promovendo
uma maneira nova de direcionar nossa prática com os Berçários, desenvolvendo um
trabalho paralelo, atrelando os projetos pedagógicos às turmas do Berçário IA
(minha turma, crianças de 4 meses à 1 ano ), do Berçário IB (turma da Profe
Sara Kilpp Fernandes, crianças de 1 à 2 anos) e do Berçário IIA (turma da profe Vanessa Fernandes Mendes,
crianças de 2 à 3 anos). Apesar de serem turmas diversas em suas potencialidades,
progressos de desenvolvimento e faixas etárias, algo às intersecciona: a
vontade de três educadoras em fazer seus pequenos educandos vivenciarem o mundo
e o cotidiano da escola infantil com ludicidade, promoção de novas experiências
e com a devida afetividade que os bebês necessitam para se sentirem acolhidos.
A ação coletiva docente se
torna muito importante a partir do momento em que os educadores e educadoras se
oportunizam trocares saberes e reconstruírem as cresçam identidades e
significados já existentes no seu fazer.
Quando estava procurando uma
maneira de fundamentar a nossa escolha pela prática coletiva encontrei muitas e
muitas bibliográficas referentes à gestão e o papel supervisivo nessa
possibilidade de ação coletiva.
De certa forma a escola nos da
essa chance de fazer um exercício docente em conjunto, entretanto, é importante
ressaltar que isso foi um desejo surgindo da vontade de nós educadoras de querer
facilitar e aprimorar o processo ensino- aprendizagem de nossos bebês.
Dito isso, faço minhas agora as
palavras do professor Redin nos corredores da Unisinos: “Vamos andar de mãos dadas”!
Não lembro se ditas exatamente assim, mas a mensagem ficou. Advertindo ainda, que
sozinho você pode tropicar e cair, em fila pode machucar o colega da frente ou
prejudicar a visão do caminho para o que está trás, contudo de mãos dadas um
ampara o outro e todos acabam caminhando no mesmo compasso.
Um abraço, Cláudia Tapia Sikilero.
sábado, 2 de julho de 2011
Primeiras palavras...
Olá amigos e amigas leitores!
Nós professores e professoras temos receio em fundamentar e registrar nossas práticas pedagógicas.
Desenvolvemos em nossas escolas trabalhos admiráveis, que auxiliam de maneira eficaz nossos alunos a progredirem e a atingirem o sucesso escolar. Contudo, na maioria das vezes, somos pouco reconhecidos ou desconhecemos as ações docentes de nossos colegas.
Por que apenas as palavras sábias de autores renomados servem para reafirmar e abalizar nossa práxis? Afinal, ninguém melhor para produzir um texto que justifique cada ação perpetrada nas escolas do que aqueles que fazem parte da cena institucional, ou seja, educadores e educadoras!
Tenhamos coragem para ASSINAR nossos projetos e sermos autores de nossa maneira de fazer educação!
Com esse entusiasmo, pretendo estabelecer um diálogo com todos aqueles interessados na educação de crianças pequenas, fazendo desse espaço virtual meu “diário de bordo” e relatando a todos vocês um pouco do que entendo sobre educação e algumas das práticas que realizo na escola de Educação Infantil onde sou docente.
Cláudia Sikilero
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